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Postador Por Rembrandt Carvalho

Mansão de Trump recebe proteção do esquadrão antibomba

O esquadrão antibomba da Força Aérea norte-americana protegerá a mansão do presidente eleito durante os próximos meses, na Flórida.
O órgão de Armas Explosivas (EOD, sigla em Inglês) da aviação do 96° Grupo de engenheiros civis é o maior e mais atarefado de todas as unidades do EOD "tendo algumas missões já agendadas para dar suporte a ele em alguns […] feriados antes que ele faça o juramento", disse Christofer Schott, superintendente do grupo, de acordo com Military.com.
Já que a posse de Trump será o maior evento em 2017, quatro a seis equipes de aviadores contribuirão com o 96° grupo, segundo Schott. No total, cerca de 200 equipes do EOD de todos os setores estarão envolvidas.
Durante o último ano fiscal, a aviação da EOD teve 480 missões. "Por ser um ano de eleições, continuaremos bem ocupados com a campanha e com os candidatos, as convenções", disse Schott.
Atualmente, o órgão EOD conta com 1.200 aviadores. A Força Aérea dos EUA está trabalhando agora para aumentar esse número para 1.400. Para se tornar um profissional do órgão EOD, os aviadores devem passar por muitas fases complicadas. Cerca de um terço dos interessados não conseguiram alcançar o objetivo, disse Schott.
Desde 2001, mais de 20 profissionais foram mortos em batalhas americanas no Oriente Médio, 140 ficaram gravemente feridos. Cerca de 300 aviadores relataram sofrer de estresse pós-traumático e complicações psicológicas após as missões.
Já em Nova York, sobre as Torres de Trump, foi imposta uma zona de proibição de voo até que o futuro presidente se mude para a Casa Branca. Como foi dito, esse é o procedimento realizado depois das eleições. Aeronaves foram proibidas de voar a mil metros de distância e dentro de um raio de 2 milhas náuticas do edifício. Com informações do Sputnik Brasil.

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