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Postador Por Rembrandt Carvalho

Menino de 12 anos estupra a irmã de 9 após ver algo muito grave

Foto/Reprodução: Google - Imagem Ilustrativa
De acordo com informações do site inglês 'Daily Mail', um garoto de apenas doze anos acabou estuprando a própria irmã, dezenas de vezes. A garotinha tinha apenas nove anos quando os abusos sexuais aconteceram. O caso repercutiu aqui no Brasil graças à uma reportagem do jornal Extra. Segundo a publicação, o garoto, hoje com quatorze anos, revelou que assistiu a um filme pornográfico, cujo tema principal era o incesto. O irmão mais velho insistiu no argumento de que, caso a sua irmã de sangue não fosse para cama com ele, eles deixariam de ser parentes e nunca mais se veriam. O caso chocou o mundo e abre a discussão sobre até onde se deve usar a internet e deixar que a grande rede fique de acesso livre às crianças. 
O promotor do Reino Unido, que trabalha na Corte de Cheltenham, Ian Fenny, disse diante de todos que ao analisar o caso, percebeu que os atos do garoto jamais foram isolados. Todas as relações sexuais eram realizadas no quarto da menina. A mãe até desconfiava do que acontecia, mas ficou sem saber o que fazer. Até que um dia pressionou o filho, que confessou o que fez. Ele disse que a irmã consentia o sexo e que gostava. “Aconteceram em momentos em que ele sabia que não seria interrompido”, esclareceu o promotor, mostrando que mesmo com a baixa idade, o garoto sabia muito bem o que estava fazendo, conseguindo manipular por muito tempo a todos de sua família. 
Por ser menor de idade, a idade do menino jamais foi revelada. Os investigadores apenas descobriram que ele não parava de procurar sobre pornografia. O promotor que julgou o caso do garoto acredita que casos assim somente irão aumentar com o tempo, já que o acesso ao conteúdo adulto está cada vez mais fácil na internet e os pais sem tempo ou vontade de impôr um controle. O menino confessou ter estuprado a irmã pelo menos seis vezes. Por conta disso, ele ficará cinco anos em observação em uma unidade de tratamento psicológico. A monitoração acontecerá até os 19 anos. Depois disso, ele pode ou não ser liberado do controle.



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