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Postador Por Rembrandt Carvalho

Caso de assédio sexual na OAB: secretário-geral processa funcionária por calúnia

O advogado Assis Almeida, Secretário Geral da OAB, deu entrada na Procuradoria Geral da República com Representação Criminal, imputando à servidora Lanusa do Monte Ribeiro Nazianzeno, funcionária da OAB, a prática dos crimes de calúnia, difamação, denunciação caluniosa e extorsão, frisando que esses crimes se deram “possivelmente em companhia de coadjuvantes”.

Segundo ele, agora, sob pena de ser condenada criminalmente, ela deve apresentar as “provas do assédio” que alega possuir, saindo do campo da mera e enganosa exploração pirotécnica e sensacionalista.

Assis disse que está sendo oferecida mais uma oportunidade à representada Lanusa do Monte e ao seu advogado de realizarem a imaginada atividade probatória. “Espero que não venham dizer que a Justiça Federal não é isenta, como acusaram a Comissão Processante da OAB, constituída de advogados íntegros, que agiram de forma imparcial e a quem não pode ser imputada a culpa pela total falta de prova da infamante acusação”, arrematou.

Disse Assis Almeida que “a funcionária da OAB, por não possuir prova da torpe e repugnante acusação de assédio que diz ter sofrido, tenta encobrir em vão uma realidade incontestável.
Ele considerou ser essa estratégia mais uma ameaça, mais uma falsidade, agora dourada com focos espalhafatosos na mídia, na desesperada tentativa de desviar a atenção do fato de que não possui a menor prova do assédio.

Para Assis Almeida, a funcionária da OAB e seu advogado se utilizaram dessa cortina de fumaça, depois que veio a público a confirmação da calúnia, decorrente do encerramento da instrução do processo investigativo da OAB, no qual ela entrou calada e saiu muda, porque não detinha qualquer prova para realizar.

O secretário-geral destacou que o “grupo opositor” continua usando Lanusa do Monte como “cavalo de batalha” para eus mesquinhos interesses políticos. “O mais grosseiro, é que o advogado dela vem propagando na mídia a “existência de “prova” do assédio, que sabe inexistir, inclusive marcando indevidamente advogados em seu facebook, mostrando assim as vísceras da militância política do “grupo” do qual faz parte”, advertiu.





Assessoria

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