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Postador Por Rembrandt Carvalho

China e EUA se unem contra ameaças da Coreia do Norte

REUTERS/Kevin Lamarque
O conselheiro de segurança nacional (NSC) do presidente Donald Trump afirmou neste domingo (16) que trabalha estreitamente com o governo chinês para atuar contra o "comportamento ...

"Existe um consenso internacional, incluindo os chineses, de que a situação não pode continuar", declarou o general H.R. McMaster durante uma entrevista na rede de televisão americana ABC, realizada depois que a Coreia do Norte tentou, sem sucesso, lançar um novo míssil.

McMaster disse que a China, aliada do regime norte-coreanoe, agora está preocupada com o isolamento do estado comunista. Segundo ele, Trump não permitirá que o programa norte-coreano de armas nucleares ponha sob ameaça dos Estados Unidos e seus aliados na região.

"Ess problema está chegando a um ponto crítico. Assim, chegou o momento de empreendermos todas as ações possíveis, antes de uma opção militar, para tentar resolver isso pacificamente", disse.

McMaster chegou neste domingo a Cabul, no Afeganistão, quatro dias depois do lançamento da bomba convencional mais potente dos Estados Unidos contra posições do grupo Estado Islâmico (EI) no país.

Essa visita, anunciada por Trump em 12 de abril e pelo próprio general no Twitter, foi confirmada pela presidência afegã e por dirigentes americanos. A duração e o programa da visita não foram revelados por motivos de segurança.

General serviu no Iraque

O general McMaster, de 54 anos, nomeado em 20 de fevereiro à frente do NSC, serviu no Iraque, mas conhece o Afeganistão, onde esteve entre 2010 e 2012 no quartel-general da ISAF, a força internacional de segurança em Cabul.

O NSC é um órgão estratégico da Casa Branca, encarregado de arrecadar informações relacionadas com a segurança nacional e de aconselhar o presidente em matéria de segurança e política externa.

Na quinta-feira, os Estados Unidos usaram pela primeira vez a GBU-43/B, conhecida como "a mãe de todas as bombas", para destruir várias posições de EI na província de Nangarhar, leste do país. Segundo dirigentes afegãos, mais de 90 combatentes do grupo jihadista morreram no ataque.














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