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Postador Por Rembrandt Carvalho

Defesa de Dilma comemora e espera anular impeachment

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Após a chapa Dilma-Temer ser absolvida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o advogado da ex-presidente, Flavio Caetano, afirmou que o julgamento "reforça que houve golpe no Parlamento contra o Estado de Direito e a Constituição" e disse que dois argumentos do ministro Gilmar Mendes poderão ser utilizados no Supremo Tribunal Federal no processo em que Dilma busca pede a anulação do impeachment.

"O julgamento reforça o fato de que o que houve no Parlamento foi um golpe contra o Estado de Direito e contra a Constituição, sem o crime de responsabilidade. Continuaremos buscando a justiça no Supremo Tribunal Federal para que o impeachment seja anulado", disse Flavio Caetano, fazendo referência a um mandado de segurança que tramita no STF. "Os processos estão ligados", disse.

O advogado, então, destacou o voto de Gilmar como argumento para anular o impeachment. "Houve duas manifestações hoje muito importantes do ministro Gilmar Mendes, que é presidente da Corte e ministro do STF. A primeira é a defesa do princípio da soberania do voto popular. E a segunda é que vivemos em um semiparlamentarismo, em que quem não tiver maioria no Congresso perde o cargo", disse Caetano.

Após a chapa Dilma-Temer ser absolvida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o advogado da ex-presidente, Flavio Caetano, afirmou que o julgamento "reforça que houve golpe no Parlamento contra o Estado de Direito e a Constituição" e disse que dois argumentos do ministro Gilmar Mendes poderão ser utilizados no Supremo Tribunal Federal no processo em que Dilma busca pede a anulação do impeachment.

"O julgamento reforça o fato de que o que houve no Parlamento foi um golpe contra o Estado de Direito e contra a Constituição, sem o crime de responsabilidade. Continuaremos buscando a justiça no Supremo Tribunal Federal para que o impeachment seja anulado", disse Flavio Caetano, fazendo referência a um mandado de segurança que tramita no STF. "Os processos estão ligados", disse.

O advogado, então, destacou o voto de Gilmar como argumento para anular o impeachment. "Houve duas manifestações hoje muito importantes do ministro Gilmar Mendes, que é presidente da Corte e ministro do STF. A primeira é a defesa do princípio da soberania do voto popular. E a segunda é que vivemos em um semiparlamentarismo, em que quem não tiver maioria no Congresso perde o cargo", disse Caetano.

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