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Postador Por Rembrandt Carvalho

Micena acredita em manipulação dos dados em enquete sobre presídio federal

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O “Fórum Popular NÃO ao presídio em Bayeux” poderá acionar o Ministério Público da Paraíba para investigar possível manipulação dos dados de uma enquete realizada no site da prefeitura do município sobre a construção de um presídio federal.

“É lamentável que o gestor da prefeitura de Bayeux tenha adotado esse tipo de expediente para tentar ludibriar, distorcer e passar para a opinião pública uma imagem falsa da realidade através dessa enquete, pois todo mundo sabe e conhece a verdade sobre o que o bayeuxense pensa sobre o presídio federal. Nas redes sociais, nas ruas, nos atos públicos em todo canto se você perguntar a opinião da população sobre o presídio, a maioria esmagadora dirá que é CONTRA. Não adianta querer enganar”,

 afirmou Léo Micena, um dos líderes que encabeça a campanha contra o presídio federal.
De acordo com Léo, várias informações têm chegado sobre uma possível manipulação da enquete da prefeitura e que estudam levar o caso para a justiça, e se for comprovado, o prefeito será desmascarado.

“Enquete é passível de manipulação. Como a prefeitura está perdendo esse embate sobre o presídio para a população, agora partem para o desespero. Tem mais 2 ou 3 enquetes em outros sites que dão o resultado que nós vemos nas ruas. Mais de 80% contra o presídio federal. Lideranças políticas, juristas, policiais de todo o estado se pronunciaram contra”, declarou.

Para Micena, se a prefeitura e a Câmara de Vereadores querem realmente ouvir o povo, basta convocar um plebiscito, um instrumento legal, correto e democrático, onde será confirmado o voto NÃO ao presídio.

“Se eles querem medir força com o povo, nós estaremos prontos para essa luta e só vamos parar quando a população vencer essa guerra. Só lamento que o prefeito e vereadores estejam com essa pauta que não é prioridade para Bayeux. Deveríamos estar lutando por indústrias, escolas, casas, saneamento básico, universidade, teatro, isso sim são prioridades para Bayeux”, concluiu Léo Micena.








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